segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Assim sigo, num picadeiro de incertezas.
Onde a dedicação parece não provocar aplausos,
o desequilíbrio é eminente
e a noite nunca termina.
As luzes mais ofuscam do que fazem transparecer
qualquer coisa que tenha de ser vista.
A beleza do desacerto não é levada em conta
e o descompasso soa imaturo.
Pois, que imaturo seja!
Que meu desacerto saia pela culatra e se torne alguma coisa...
Que o descompasso dos meus traços formem ângulos retos por brincadeira.

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