Deixou cair alguma coisa enquanto lavava a louça. Ao levantar os braços para arregaçar as mangas, umas gotas escorreram furtivamente para dentro delas, fazendo com que lembrasse do seu cotovelo.
Cortou as cebolas, as cenouras, os aspargos e sabe-se lá mais o que é colocado em uma sopa. Cortou tudo. A água já fervia e esperava ansiosa pelos ingredientes.
A verdade é, que ninguém gosta de sopa.(quando alguma coisa soa tão evidente aos seus olhos, torna-se verdade absoluta. Mesmo que quase ninguém compartilhe da mesma opinião...)
Ela gostava é do preparo, das cores que se formavam na panela, de se sentir útil, dos murmúrios de satisfação durante o consumo.
Não suportava a consistência e tinha a sopa como um prato insosso.
A troca de prazeres por imprazeres foi interrompida com a conclusão.
O fogo foi apagado e a televisão, ligada.
A novela começara.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
ultima exposição
Me recuso a participar de patacoadas.
Período atípico, construção do futuro, pontencialidade de sonhos realizados...
É isso que sou e o que quero está bem claro em minha mente. Nada mais.
Nada além me guia ou interfere no meu pensar e agir, nada mais.
O objetivo que move traz frieza, admito. Mas sinto muito, meu bem, sempre haverá um objetivo.
Chame do que quiser, que o egoísmo me leve pra brincar um pouco, não importa.
Deixo tudo que penso bem evidente por onde passo, o mistério que se cria em torno fica por conta do receptor. Aí já não é mais problema meu...
Devo explicações a respeito do que exteriorizo, e sempre o faço.
Repetições dramáticas, afogamentos em poças d'água, isso não. Não há tempo e muito menos espaço, digo isso a longo prazo.
Entendo que dói, mas não é dor de surpresa. Não é dor inesperada...
Se insiste em dizer que me conhece, é assim que eu sou mesmo. Mesmo! Sem surpresas e interpretações descabidas.
Se ao me conhecer (entende-se por conhecer, saber disso tudo) resolver continuar perto, ótimo. Continuaremos tendo momentos incríveis e infindos.
Agora, não tenho controle sobre imagem que é montada a meu respeito dentro da sua mente, faço o que posso para mostrar.
Não preciso de pessoas que me olhem de longe distribuindo minhas migalhas pelo caminho, mas que me ajudem a fazê-lo.
Dizer que é indiferença da minha parte voltar todas as minhas atenções na construção da minha vida e não para palavras mal interpretadas de outro dia, é uma injustiça tremenda. Mas se quiser continuar com essa opinião, não há muito o que se fazer.
É isso que sou.
Não continue com isso, meu bem. Te quero perto.
Período atípico, construção do futuro, pontencialidade de sonhos realizados...
É isso que sou e o que quero está bem claro em minha mente. Nada mais.
Nada além me guia ou interfere no meu pensar e agir, nada mais.
O objetivo que move traz frieza, admito. Mas sinto muito, meu bem, sempre haverá um objetivo.
Chame do que quiser, que o egoísmo me leve pra brincar um pouco, não importa.
Deixo tudo que penso bem evidente por onde passo, o mistério que se cria em torno fica por conta do receptor. Aí já não é mais problema meu...
Devo explicações a respeito do que exteriorizo, e sempre o faço.
Repetições dramáticas, afogamentos em poças d'água, isso não. Não há tempo e muito menos espaço, digo isso a longo prazo.
Entendo que dói, mas não é dor de surpresa. Não é dor inesperada...
Se insiste em dizer que me conhece, é assim que eu sou mesmo. Mesmo! Sem surpresas e interpretações descabidas.
Se ao me conhecer (entende-se por conhecer, saber disso tudo) resolver continuar perto, ótimo. Continuaremos tendo momentos incríveis e infindos.
Agora, não tenho controle sobre imagem que é montada a meu respeito dentro da sua mente, faço o que posso para mostrar.
Não preciso de pessoas que me olhem de longe distribuindo minhas migalhas pelo caminho, mas que me ajudem a fazê-lo.
Dizer que é indiferença da minha parte voltar todas as minhas atenções na construção da minha vida e não para palavras mal interpretadas de outro dia, é uma injustiça tremenda. Mas se quiser continuar com essa opinião, não há muito o que se fazer.
É isso que sou.
Não continue com isso, meu bem. Te quero perto.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Ajo assim que sinto, não tem como. Entendo se se cansarem das minhas idas e vindas, mas preciso delas. Sempre por um propósito diferente, mas preciso.
Às vezes sou demais, outras, de menos...às vezes sou outra coisa.
Mudanças perceptíveis só para quem pode me ver de perto, e essas acabam sendo chacoalhadas e quem dira, sentem enjôo como em uma viagem de navio.
Uma viagem morna, azul, com oscilações premeditadas e tediosas.
O costume chega, faz até ver prazer na situação, mas quando o destino finalmente aparece e os pés são postos no chão, vem o alívio. Inevitavelmente.
Sorte de quem chega. Sorte de quem vai à algum lugar.
Estarei sempre nesse navio morno, que parece cada vez maior a cada parada.
Às vezes sou demais, outras, de menos...às vezes sou outra coisa.
Mudanças perceptíveis só para quem pode me ver de perto, e essas acabam sendo chacoalhadas e quem dira, sentem enjôo como em uma viagem de navio.
Uma viagem morna, azul, com oscilações premeditadas e tediosas.
O costume chega, faz até ver prazer na situação, mas quando o destino finalmente aparece e os pés são postos no chão, vem o alívio. Inevitavelmente.
Sorte de quem chega. Sorte de quem vai à algum lugar.
Estarei sempre nesse navio morno, que parece cada vez maior a cada parada.
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