Ajo assim que sinto, não tem como. Entendo se se cansarem das minhas idas e vindas, mas preciso delas. Sempre por um propósito diferente, mas preciso.
Às vezes sou demais, outras, de menos...às vezes sou outra coisa.
Mudanças perceptíveis só para quem pode me ver de perto, e essas acabam sendo chacoalhadas e quem dira, sentem enjôo como em uma viagem de navio.
Uma viagem morna, azul, com oscilações premeditadas e tediosas.
O costume chega, faz até ver prazer na situação, mas quando o destino finalmente aparece e os pés são postos no chão, vem o alívio. Inevitavelmente.
Sorte de quem chega. Sorte de quem vai à algum lugar.
Estarei sempre nesse navio morno, que parece cada vez maior a cada parada.
aposto que o seu navio faz as melhores viagens :) e é bom poder ve-lo de algum lugar
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