Com um pé em cada prato da balança, tenta-se manter o controle.
Para cada raio de sol negado agora, há mais três no futuro próximo.
Futuro próximo, mais rápido que qualquer suspiro de surpresa.
Difícil é ignorar as tardes de suco de melancia, é negar os passeios sem comprometimento traçados enquanto se caminha.
Às vontades e impulsos que adoram me rodear, peço paciência como uma mãe que nega chocolate ao filho. A potencialidade da felicidade está em seu ápice, borbulhando em mim de tal forma que quase se torna visível na epiderme.
Ano que não acaba, dedicação que falha, distrações irresistíveis.
Ah, insegurança...se eu pudesse, dava um tapa em sua cara.
Ano demorado pqp =/
ResponderExcluire no fim caíremos em algum lugar, chapados de felicidade HOHO