Se há transpiração, há calor. Calor que vem do ouro que flutua sozinho no meio do céu.
Queima a superfície esperando explodir o interior.
A transpiração implora, a transpiração transborda os orifícios da pobre cutis.
Se há inspiração, há calor. Calor que vem do couro que cobre sozinho o tudo da alma.
Alma essa, que flutua enganada que é pobre cobre.
Sem queimar não transpira pra explodir em ouro.
Melhor fazer o couro de céu e transpirar a constelação interior.
Transbordar implorando que a cutis se faça no tudo do calor.
Sozinha descobre que na inspiração do que há na vista, ebule o que há no vasto do pobre couro.
Que quem se cobre, se engana.
A esperança está em quem sente calor.
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