Quando é que vai perceber que a única companhia de que precisa é o próprio mundo?
E a grama que vai ficando pra trás, parecendo sempre a mesma, antes que note que as árvores se aproximam.
Em busca de joaninhas, um campo aberto pede pra ser vasculhado.
Todos falam demais, explicam demais, rodeiam demais.
Eu só quero a tranquilidade das nuvens e a serenidade da brisa.
Nós na garganta são desfeitos assim que o sol queima e as expectativas giram em torno de que cores de flor colher.
A única que preciso carregar e que posso decepcionar, sou eu. Já é fardo suficiente.
Quando a procura por metáforas é grande e os fatos não mudam, é hora de ir.
Sozinha.
Porque nessa vida, sou só eu e as joaninhas.
Prepare as asas, menina... o mundo é seu, e vc sabe :)
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